quarta-feira, 29 de agosto de 2012

              "minha cacunda dói minhas mãos asperas e em puro sangue mal aguentam segurar a linha, se passam três luas minha jangada esta saloba Olho para minha cabaça D'agua e vejo que se ecnomiza terei àgua doce por mais um dia, mas não voltarei a praia sem meu peixe sem o sustento de meus oito filhos" " Sou velho matuto, Sou lobo do mar! Yemanjá há de me ajudá e de eu fisgár um peixe dos bons para eu voltar para terra firme e matar a saudade da muqueca e arroz de minha Lucinha"

            Penso comigo como deve estar João meu filho do meio, concerteza deve estar recuperando as energias para logo de manhã pegar seu embornal, seu bodoque e ir para a escola se tiver na sorte na volta trará umas bombas rolas para lucinha fritar. Hô meu padrinho sintor um fisgão! O minha mãe! -Belisca logo esta isca não vou ter pressa pode deliciar este pedaço de merlusa vai morde mas morde com força preciso de voce para voltar para minha Lucinha
            "Olho para as três Marias e sei que passa das duas o grogue acabou"

            Sinto um fisgar que chego a pensar que minha mão será decepada! O meu deus o brigado minha mãe Yenanjá será que irie para casa?
             Saudade da minha terra! Da minha gente, de quem eu fui!

>>> To be continuend

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Eterofobia

http://www.youtube.com/watch?v=ZzriZNF45Oo

"Voce sabe a raiva que podemos causar quando descobrem que podemos sentir prazer sem a participação de um homem?" esta frase tirei de uma cena de uma determinada novela onde aparece um beijo entre duas mulheres. Isso não uma eterofobia?? Acho que uma ser humano pode sim amar qualquer ser humano. Mas quando se opta por fazer uma coisa movido por ódia a outra não é amor é puro modismo pura vaidade. Obs: estou opnando apartir da frase colocado na cena e não estou generalizado

terça-feira, 30 de agosto de 2011

LOIRAPEITUDA.BLOGSPOT.COM: PRETO E BRANCO!

LOIRAPEITUDA.BLOGSPOT.COM: PRETO E BRANCO!: Tirei um monte de fotos nos últimos dias e tirei algumas fotos em preto e branco ... enquanto eu sei que as pessoas gostam de cores há algo...

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Iluminação

Acredito que a iluminação cénica não seja mais ou menos importante para um espectáculo. Mas essencial para o espectáculo bem como o estudo da própia.
creio que um iluminador tem que ter em mente que jogar com a luz tem que ser de forma concisa bem como se faz necessário a ausência da mesma para o enriquecimento de um trabalho. enfim "assim como a razão é essencial ao Homem a luz se faz essencial a um espectáculo"

...

Ha como queria abrir meu peito e gritar a quatro ventos " Te amo!"
como queria pegar em sua mão e dizer "Vamos"
Como queria ser um porto seguro
para poder proteger
das turbulencias do mar
com todo carinho
meu pequeno barquinho

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Jornalismo do periodo Feudal


Dia 19 do mês de junho de 2011 aconteceu o primeiro evento de anime de franca o " AnimeSpace". Fiquei orgulhoso de poder fazer parte deste evento por ver quão maravilhoso é as pessoas que querem apenas se divertir todos desfilando seus Cosplay ( fantasia de um supeer heroi em grande parte de mangá ou animê japonês) com suas espadas gigantes katanas entre outros acessórios mais de 2000 pessoas em 8 horas de eventos com variedade de apresentações jogos rpg's e o mais interessante sem álcool nem brigas. Mas como nada pode ser perfeito o que me entristeceu foi saber que um jornal tão premiado ou pelo que ele propiá diz ser, não ter um pc que tenha internet para que possam pesquisar no Google a diferença entre punk e otaku você podem estar se perguntando " O mentiroso agora é louco!!!" mas não sou o comercio da franca nos convidou a sua redação e demos 1h30 de entrevista eles acharam o máximo e até prometeria um destaque para matéria, depois nos ligaram falando que não iriam publicar nada sobre um evento Punk. ligamos para tentar esclarecer mas o jornalista alegar ter se demitido um dia apos a entrevista. Não TENHO PRECONCEITO E ATÉ FUI DO MOVIMENTO PUNK NA DÉCADA DE 80 mas o que me incomoda é um jornal de tamanho porte que se regozijam ter e um jornalista que nem deveria ser sitado como tal mas utilizo do termo para maior esclarecimento esclarecimento não saber diferenciar e não ter uma internet mesmo que discada para fazer uma rápida pesquisa no Grande oraculo do milênio (Google o que tudo sabe o que tudo vê). Onde vamos parar??? Isso é vergonho um jornal expressar preconceito mesmo por que o movimento punk não é uma facção criminal para eles se negarem a fazer qq coisa alias se fossem uma facção criminal acho que ai sim teriam destaques pois o que mais tem no jornalzinho é crime e criminosos eles adoram!!
Bando de merdas deveriam se envergonhar de se auto denominarem repórter ou jornalistas são sangue sugas que vivem de noticias de sangue e violência nunca propagam a paz e harmonia. este é meu protesto ao Comercio da franca e com os Meus profundos respeitos a Srª Sônia Machiavelli a qual eu admiro

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Senhor Brasil


Nascido em São Joaquim da Barra, na região de Ribeirão Preto, no ano de 1936, Boldrin se interessou cedo pela arte. “Tem coisas que são inexplicáveis. Aos sete anos, eu já me encantava com os auto-falantes, com o rádio, e tinha paixão pelo circo-teatro”, diz. Da família de 12 irmãos, Boldrin é o único artista e foi incentivado desde criança pelo pai, que percebera a vontade do menino em se apresentar para plateias.


Naquela época, a música caipira reinava no interior e formamos uma duplinha, eu e meu irmão do meio, Leili, chamada Boy e Formiga. Eu era o Boy. A dupla foi desfeita quando meu irmão decidiu seguir carreira no ramo do comércio. Mas eu não desisti de ser artista e fui em busca do sonho. Então, fui tentar a vida em São Paulo”, conta.

Quando enfim assinou o contrato profissional em 1960 com a TV Tupi, Boldrin viu a oportunidade com que ele sonhava todos os dias. Andando pelas ruas de São Paulo, ele mesmo se apresentava e imaginava como seria o momento em que finalmente ganharia os palcos e cairia no gosto popular. “E com vocês, o artista Rolando Boldrin! Era assim que eu me anunciava”, lembra.

Som Brasil

Durante os anos de 1981 a 1983, Boldrin enfim concretizou a ideia que tinha de levar a música popular às casas dos brasileiros. Foi quando comandou o Som Brasil, na TV Globo. Na trilha de abertura do programa, a canção ‘Vide Vida Marvada’, que foi imortalizada na memória do público. “Canalizei todo o meu trabalho nesse projeto e a recompensa foi grande.

Em um show em 1o de maio, em Londrina (PR), após a estreia do Som Brasil, fui ovacionado por 5 mil pessoas no estádio. Na hora me vieram à cabeça, os momentos em que eu mesmo me apresentava em São Paulo. Ali tive a certeza de que havia escolhido o caminho certo para a minha vida”, diz.

Amor pelo país

Boldrin não sabe definir ao certo de onde veio o amor e a vontade de cantar a cultura do país. “Lembro-me de um episódio aos 10 anos de idade quando eu e meu irmão fomos convidados para fazer um show no cine teatro da cidade onde nascemos. Antes da apresentação resolveram exibir um filme, então exigi que o longa fosse nacional. O que eu tinha em mente desde desde moleque era o amor pelo Brasil”, afirma.

O artista se vê um aficionado pela ideia de mostrar a cultura do Brasil. “Se eu tivesse nascido político, eu seria um visionário, eu tentaria ser um grande líder brigando pelo meu país e pelo meu povo. Mas como eu nasci artista, então eu canto a minha terra”.

Para Boldrin, que se considera um ator que canta, a simplicidade e a cordialidade do povo brasileiro são encantadoras. “Independente da região, o coração brasileiro é um só. Essa mistura de raças resultou em um pedigree maravilhoso”, brinca.

O ator tem mais de 200 obras gravadas, que vão desde moda de viola até samba. Mas entre tantos trabalhos, o ator não consegue elencar aquela que seja sua favorita. “Tudo o que eu faço, faço com o intuito de ser o melhor possível. Não entro em nada que não seja para me doar por inteiro. Precisa ser algo com que eu esteja comprometido, que me envolva”.

Admirador de nomes genuinamente brasileiros como os escritores Guimarães Rosa, Câmara Cascudo, Erico Veríssimo, e de músicos como Vinicius de Moraes, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Chico Buarque, Boldrin afirma que obras boas são aquelas que o fazem se sentir bem. “As obras destas pessoas são símbolos de brasilidade e inspiram meus trabalhos, porque elas me fazem viajar, mexem com meus sentimentos”, afirma.

Na estrada

Sobre os shows apresentados pelo país a fora, ele diz que gosta de estar sempre em contato com o público para sentir o que as pessoas perceberam ao ouvir as letras e as histórias sobre os tipos humanos enaltecidos. “Sei que consigo tocar as pessoas, pois elas vêm me cumprimentar emocionadas. Os espetáculos acabam servindo como uma injeção de ânimo, um estímulo. As pessoas sentem mais vontade de amar sua própria terra. Hoje, as pessoas se sentem mais seguras no Brasil e não querem mais sair daqui. Sou um político artista, não faço discurso, mas canto”, afirma.

Ele lembra de um show em Curitiba (PR), que ao final trazia uma enorme bandeira do Brasil. “Na ocasião, o então governador Jaime Lerner disse que a impressão que tinha ao ver a bandeira é que ela havia sido costurada durante todo o espetáculo, com as histórias dos personagens contados. Era como se todos os episódios cantados fizessem parte daquele grande pedaço de pano, carregado de significados”, conta.

Fôlego

Aos 73 anos, Boldrin esbanja fôlego para continuar produzindo. Atualmente, ele está a frente do programa Sr. Brasil, na TV Cultura.

"As ideias sempre vão surgir, elas não se perdem. Se conservarmos a essência, sempre haverá inspiração para compor e continuar levando a cultura regional a quem não tenha tido contato com ela”, finaliza.