Teatro no interior
Acho estranho a mania interiorana de cultuar coisas antigas. Não que eu tenha nada contra os grandes autores de outrora ou os grandes atores. Mas acredito que a dramaturgia depende da contemporaneidade para que chegue até o publico, a linguagem corporal tem que transcender a dança, a verbal tem que chegar aos ouvidos de forma codificada. e como isso se dá tratando assuntos de 3 ou 4 décadas atrás? com conceitos, figuras, esteriótipos que não nos cabem mais? Sou a favor do experimental mas não como nova linguagem mas como novos formatos a serem testado e acho sim um atraso de vida um grupo ou coletivo ou seja lá o que for ver que o caminho não esta dando feedback e mesmo assim insistir apenas pela vaidade pseudo intelectual de quem decora livros mas nãos os entende. Teatro não é grupo terapêutico não se deve confundir nunca uma coisa com outra se você tem timidez, se você tem traumas procure psicólogo e não o teatro. Teatro e um ofício uma arte, arte não é uma poça de vaidade onde se pode tentar enfiar goela a baixo seus traumas suas frustrações e dizer "isso é arte".
Contos, relatos e histórias de um escritor que não sabe escrever. "A finalidade do mentiroso é simplesmente fascinar, deliciar, proporcionar regozijo.Ele é o fundamento da sociedade civilizada." |"Oscar Wilde"
sábado, 24 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
domingo, 23 de março de 2014
sábado, 7 de setembro de 2013
Olá,
Acabei de baixar o WhatsApp Messenger no meu Android.
É um aplicativo de mensagens instantâneas para smartphones que substitui os torpedos SMS e permite enviar fotografias, vídeo e outros conteúdos multimídia.
O WhatsApp Messenger tem versões para Android, iPhone, Nokia, Windows Phone e BlackBerry e não é preciso memorizar um PIN ou nome de usuário – funciona como os SMS e utiliza o plano de dados de Internet.
Baixe agora em http://www.whatsapp.com/download/ e diga adeus aos torpedos!
Viagem ao interior de mim
Quanto mais viajo, mais noto minha solidão. Sempre busco em meus perssonagens heterônimos algo que meu eu não consegue por si. A minha busca por viver em ecesso nada mais artifício pára esconder a dor, carência, angústia e solidão.
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